9.21.2007

factos e teorias

Podia falar do horóscopo, dos signos e ascendentes - até do facto de, ao fim de 21 anos, descobrir que sou balança porque a posição das constelações se alterou num espaço de tempo correspondente a um mês (?) - mas não sou a pessoa indicada para falar do assunto. Perguntem ao Sarreira, ele vai gostar de vos falar sobre isso e aniquilar as vossas ilusões, tal como fazem às criancinhas quando dizem que o Pai Natal não existe.

Factos e teorias - para ver se percebi bem a coisa. Ora então, e segundo este grande mestre da Ciência (vulgo astrólogo frustrado), uma teoria nunca se pode vir a tornar num facto porque, a qualquer altura, pode vir algo que o venha desmentir. É. Se têm dúvidas, confirmem-no.

Um mundo muito grande girava em torno dum mundo pequenino. Queria ser o seu centro - cof. Já não gira, saiu! É assim, ricos filhos, coisas da vida. Qualquer dia o sol também vai aquecer outro mundinho qualquer - esperem para ver!

grandes sucessos da literatura universal

Depois do primeiro grande sucesso, amar depois de amar-te, Fátima Lopes - essa fantástica apresentadora do melhor programa de entretenimento matinal - lança o seu segundo livro denominado um pequeno grande amor.

não tenho muito mais a dizer.

9.16.2007


de volta ao antro das professorinhas

8.25.2007

(tudo o que vi estou a partilhar contigo)


Depois dum reforço alimentar, as miúdas desandaram da capital no já famoso jipe do avô Óscar. Segunda-feira de manhã. Fizeram-se à estrada na companhia da Floribela, do Quim, do Cid e do Tony, não crendo na sábia frase do "antes só que mal acompanhado". Professorinhas. Seguiam em direcção ao Porto, para gastar o dinheiro que, no fim de contas e de meses de combinações, não serviu para o tão aguardado Sudoeste. Melhor assim.

Pararam em Aveiro - e, não me querendo alongar em considerações, aguardam ainda pela tese da Sisses sobre os seus habitantes - fizeram um piquenique e ainda comeram uns docinhos, que isso de dietas é coisa de gente magra. As miúdas são bonitas e não precisam dessas coisas.

Porto. Dias de passeio, sestas à beira do Douro e muito mais. A nova Irmandade do Anel, a Luciana e as dezenas de crianças que tiveram a tarde mais feliz da vida delas, os Pobres dos Ricos ouvidos até à exaustão - dos nossos ouvidos e das colunas do rádio, a morrer de histerismo -, os Nelsos tão aclamados. A Ana Luísa, essa polskateira e anfitriã.

O Furnicular. Deixo à vossa consideração quaisquer comentários acerca do nome deste novo transporte portuense - só um furnicula-mos, pode ser?

O Campo dos Mártires da Pátria ao qual não se chega no habitul 33 que apanho em frente ao Fonte Nova quando regresso a casa ao fim dum dia na minha já saudosa ESE - esse antro de professorinhas. A este chega-se a pé e sofrem-se desilusões pavorosas ao avistar essa Torre, a dos Clérigos.

Serralves. Fugi da escola das professorinhas, do feltro e do papel esponja, dos corações, das mediocridades e do cor-de-rosinha. Jardins Portáteis - será que foram todos feitos em Benfica pelas colegas que enchem os corredores do palácio amarelo?

(e o que não vivi, hei-de inventar contigo)

8.24.2007

OLHA


patinhos




(hei-de actualizar e dar a conhecer ao mundo as coisas maravilhosas que tenho andado a fazer)

8.05.2007

Próxima Paragem

Até quinta-feira, se Deus quiser. Que esse Senhor me acompanhe, tal como às minhas colegas lindas, fofinhas e queridas, durante a bela viagem que iremos fazer a essa bela cidade que a Invicta é, e que não deixe que nada de mal nos aconteça - leia-se um qualquer roubo, sequestro ou violação.

Adeus e até ao meu regresso.

8.04.2007

Insónias

"Eu gostava de ter uma vaca, assim como quem tem um cão. Escovava-lhe o pêlo, ia dar longos passeios na praia com ela, comprava-lhe biscoitos e, à noite, víamos as duas os "Olhos de Água". (...)

Ela podia ruminar os meus assuntos, enquanto me transmitia a paz e a tranquilidade de uma existência bovina e ao fim-de-semana, metia-a numa Ford Transit e devolvia-a ao seu habitat natural. Não precisava de comprar leite nem me sentia só. Talvez esta seja uma pista possível, um caminho novo ainda por explorar, o de trazer para casa animais domésticos de grande porte. É que já não se pode com os cães: toda agente tem um Labrador ou um Husky que, além de darem imensas chatices, não nos dão leite nem nenhuma paz de espírito.

Com tantas vacas excedentárias e de refugo, urge tomar uma decisão e restituir a estas belos animais a sua dignidade, dando-lhe a oportunidade de uma nova existência. Ponha uma vaca na sua varanda e acabe com esta mania de que os animais de companhia são só cães e gatos. Uma vaca tem sempre o seu encanto, é útil e produtiva e, embora ocupe algum espaço e não cheire a Davidoff, sempre empresta alguma originalidade à rotina diária."

(nunca estive tão de acordo achando, de facto, encantador, o facto de ter uma vaca e de isso constituir uma mudança genialmente emancipadora na vida das pessoas - idolatrando as vacas, sejam elas quais forem)

A Margarida Rebelo Pinto é uma coisa extraordinária, não é?